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domingo, 12 de setembro de 2010

11 de Setembro... A História Escrita a Sangue.


Há nove anos, o mundo se deparou com uma das mais impressionantes imagens já vistas pela humanidade. As cenas do choque dos aviões contra as torres do World Trade Center, em Nova York, jamais serão diluídas das mentes dos que testemunharam esse lamentável episódio. Interesses políticos sempre foram postos acima do bom senso, da moral e da razão e os resultados por várias vezes se mostraram ultrajantes. A guerra sobre pretexto de busca da paz mundial nos serve apenas para mostrar o quão degradante tem se tornado a raça humana. Não respeitamos os direitos alheios, não aceitamos as escolhas de pessoas que tem e exercem o direito à individualidade mesmo sob a pressão exercida pela mídia internacional que cada vez mais tenta moldar a estrutura psicológica da sociedade mundial. Até que ponto o ser humano pode chegar para defender seus interesses nós já sabemos. Basta relembrar a figura de Adolf Hitler e sua eugenia nazista que matou milhões de judeus; relembrar os efeitos do não respeito às fronteiras e às culturas africanas posto em prática pelo Neocolonialismo que resultou na eclosão da Primeira Guerra Mundial, que nos ofereceu como resultado um saldo aproximado de quase 10 milhões de mortos. Exemplos da crueldade humana nos sobram aos montes, e todos eles são pintados com sangue promovendo uma mancha negra em toda a História. Mas exemplos de bondade também são conhecidos por todos nós, mas para que eles não se tornem extintos, precisamos ter clara a idéia de que já é passado o momento de nos conscientizarmos das nossas responsabilidades, das nossas qualidades enquanto seres humanos, e sobrepujar as deficiências morais que afetam e corrompem a grande maioria das pessoas. É preciso que os justos não se calem perante as atrocidades cometidas contra todos os desprovidos de poder e de saber. É necessário que surjam homens capazes de enfrentar e vencer a degradação da espécie humana para que num futuro próximo, não nos igualemos aos seres que julgamos irracionais e que perecem perante nossa “racionalidade”.

Por James Dean

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