Meus filhos... Meus amores... Minha vida.

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Darwinismo Social

Acessem o Link abaixo e conheçam mais sobre esta importante corrente ideológica que influenciou e sutentou a idéia de superioridade dos Povos Europeus sobre os demais Povos Habitantes do Planeta Terra.

http://www.brasilescola.com/historiag/darwinismo-social.htm

Por Rainer Sousa
Equipe Brasil Escola
Profissão: Historiador

          Historiador é o profissional que estuda/pesquisa o passado humano em seus vários aspectos: economia, sociedade, cultura, ideias e cotidiano. O historiador investiga e interpreta criticamente os acontecimentos, buscando resgatar a memória da humanidade e ampliar a compreensão da condição humana. Seu trabalho se baseia, principalmente, na pesquisa de documentos, como manuscritos, impressos, gravações, filmes, objetos e fotos. Depois de selecionar, classificar e relacionar os dados levantados em bibliotecas, arquivos, entrevistas ou estudos arqueológicos, ele data o fato ou o objeto, confere autenticidade e analisa sua importância e seu significado para a compreensão do encadeamento dos acontecimentos.

MERCADO DE TRABALHO

          O mercado mais tradicional para esse profissional são as escolas de ensino médio e faculdades, mas novos campos de trabalho vêm se abrindo. Nos últimos anos, cresceu a procura por historiadores em empresas privadas, órgãos públicos e entidades de apoio à cultura, para atuar principalmente nas áreas de preservação do patrimônio e resgate histórico. O historiador também tem sido contratado por empresas interessadas na consultoria histórica de produtos - a pesquisa da trajetória de artigos antigos que podem ser relançados ou de similares com boa ou má aceitação no mercado para que seus lançamentos estejam mais próximos das expectativas dos consumidores. As operadoras e as agências de turismo, por sua vez, buscam o profissional para auxiliar na criação de roteiros focados em destinos históricos e culturais. Museus e centros culturais são outra alternativa de colocação profissional do historiador, que pode trabalhar na curadoria de exposições e na organização e promoção de cursos livres. Nas editoras, ele é contratado para atuar na elaboração de livros didáticos e paradidáticos. O historiador encontra ainda trabalho na produção de teatro, cinema e televisão, onde faz pesquisa de época para filmes e novelas, ajuda a elaborar roteiros e dá apoio ao material audiovisual em geral.

O salário médio inicial do historiador varia conforme a região de atuação e o porte da empresa ou escola contratante.
(extraido do site "Só História" - http://www.sohistoria.com.br/)

Aprenda História Brincando

         
O Site "Só História" (http://www.sohistoria.com.br/) oferece uma ferramenta interativa onde você aprende História brincando. Acessem o Link abaixo e vivam esta aventura.

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

3ºs A, B e C (E.E. Castro Alves - Manhã); 3º C (E.E. Cons. Ruy Barbosa - Manhã) e 3º D (E.E. Profº Paul Hugon - Manhã).



ÍNDICE DE DESENVOLVIMENTO HUMANO - IDH

 

          Criado em 1990 e divulgado anualmente no Relatório de Desenvolvimento Humano, da Organização das Nações Unidas (ONU), o IDH mede o bem estar da população do planeta, traduzindo em números a qualidade de vida da população dos países do mundo. O índice funciona como uma régua, em que o valor mínimo é 0 e o máximo, 1. No Último relatório, publicado em outubro de 2009, com dados de 2007, a Noruega apresentou o maior IDH, 0, 971, e o Níger, o pior, 0, 340.

CALCULANDO O IDH

          Para o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud), órgão da ONU responsável pela coleta e publicação dos dados do IDH, o desenvolvimento humano tem de refletir tanto o nível econômico da população quanto os aspectos culturais e sociais. Por isso, foi criado o IDH.
          Assim, a partir de 1990, o desenvolvimento humano de uma nação passou a ser obtido pela média de três indicadores - o Pnud dá o mesmo peso a todos os indicadores -, de renda, de educação e de saúde.

Renda: o índice de renda de um país é calculado a partir do PIB per capita: renda total dividida pelo número de habitantes;

Educação: esse índice é calculado a partir de dois indicadores: a taxa de alfabetização de pessoas acima de 15 anos (capazes de ler e escrever um bilhete) e a taxa de matrícula bruta em todos os níveis de ensino (considerando a faixa etária esperada para cada um desses níveis);

Saúde: o índice de saúde da população leva em conta a expectativa de vida das pessoas ao nascer - o número médio de anos que se espera que uma pessoa viva a partir do momento de seu nascimento.

          Para o cálculo do IDH, um país com 25 anos ou menos de expectativa de vida é considerado o pior possível e obtém um índice zero, já um com 85 anos de esperança de vida é considerado o lugar ideal para viver, obtendo um índice igual a 1.

AS CATEGORIAS DO IDH

          Os 182 países e territórios avaliados pela ONU em 2009, depois de receberem seus índices, foram classificados em categorias de desenvolvimento humano. Nesse ano pela primeira vez, o Pnud apresentou uma nova categoria, a do desenvolvimento humano muito alto. Dessa forma, o ranking do IDH fica dividido em quatro categorias: desenvolvimento humano muito alto (acima de 0,900); alto desenvolvimento humano (entre 0,800 e 0,899); médio desenvolvimento humano (entre 0,500 e 0,799) e baixo desenvolvimento humano (até 0,499).
          As nações que fazem parte da nova categoria passaram a ser denominadas, segundo o relatório da ONU, países desenvolvidos e os demais, países em desenvolvimento.

BRASIL: IDH ALTO

          Em 2007, o Brasil passou a fazer parte dos países com alto desenvolvimento humano. No último relatório do Pnud, divulgado em 2009, o país obteve um IDH de 0, 813. O índice do Brasil em 2008 ficou em 0,808 - e consolidando um aumento de 0,90 pontos desde 1990.
          Apesar de aumentar seu desenvolvimento humano, o país caiu de posição no ranking em relação ao ano anterior, passando do 70º lugar para o 75º, ficando atrás, entre outros países, de Chile, Argentina e Uruguai.
          O país apresentou melhora nos três índices que compõem o IDH - renda, educação e saúde. O PIB per capita do brasileiro cresceu de 8.949 dólares para 9.567 entre 2006 e 2007 (anos dos dados para os relatórios de 2008 e 2009), um aumento de 6,9%.
          O índice educacional também apresentou melhoras. De acordo com dados do Pnud, em 2007, 90% dos brasileiros adultos estavam alfabetizados e 87% dos jovens entre 7 e 14 anos freqüentavam a escola. Esses números deram ao Brasil, em 2009, um IDH de educação de 0, 891, maior que o índice da América Latina - 0,886 - perto do índice médio dos países com IDH elevado - 0,902.
          A saúde do brasileiro foi o que menos melhorou no último ano. A expectativa de vida no Brasil passou de 72 para 72,2 anos.










quinta-feira, 16 de setembro de 2010

3ºs A, B e C (E.E. Castro Alves - Período da Manhã)

1) Defina Neocolonialismo.

2) UNESP - Universidade Estadual Paulista
          Em 1914, 85% das terras do planeta eram áreas coloniais. O dado é impressionante e nos revela de que maneira a Europa tornou-se “Senhora do Mundo”. Tal número é reflexo de um novo movimento imperialista ocorrido principalmente a partir dos anos 1870. (...) Importa destacar que naquele momento [década de 1870] formulou-se um emaranhado de explicações culturais, humanitárias e filosóficas para explicar a necessidade do imperialismo.

Como as nações européias justificavam a ocupação e a neocolonização da África a partir do século XIX?

3) FUVEST
          A expansão Neocolonialista européia do século XIX foi um dos fatores que levaram:

a) à diminuição dos contingentes militares europeus.

b) à eliminação da liderança industrial da Inglaterra.

c) ao predomínio da prática mercantilista semelhante à do colonialismo do século XVI.

d) à implantação do regime de monopólio.

e) ao rompimento do equilíbrio europeu, dando origem à Primeira Guerra Mundial.

4) FUVEST
          A conquista da Ásia e da África, durante a segunda metade do século XIX, pelas principais potências imperialistas objetivava:

a) a busca de matérias primas, a aplicação de capitais excedentes e a procura de novos mercados para os manufaturados.

b) a implantação de regimes políticos favoráveis à independência das colônias africanas e asiáticas.

c) o impedimento da evasão em massa dos excedentes demográficos europeus para aqueles continentes.

d) a implantação da política econômica mercantilista, favorável à acumulação de capitais nas respectivas Metrópoles.

e) a necessidade de interação de novas culturas, a compensação da pobreza e a cooperação dos nativos.

5) Explique os motivos que levaram à eclosão do conflito étnico entre Tutsis e Hutus em Ruanda.



segunda-feira, 13 de setembro de 2010

8ªs Séries A e B (E.E. Conselheiro Ruy Barbosa)

As Reformas Religiosas

          Dentre os episódios ocorridos ao final da Idade Média e inicio da Idade Moderna está a Reforma Religiosa ou as “Reformas Protestantes”. Indignados com a situação que a Igreja Católica se encontrava, muitos religiosos propõem mudanças na conduta dos clérigos, ocasionando a fragmentação da Igreja e o surgimento de novas religiões cristãs. A conduta da Igreja era digna de reprovação, pois havia:

• O desrespeito ao celibatário;
• A má formação espiritual dos padres;
• A venda de cargos eclesiásticos;
• A venda de perdão ou de objetos ditos sagrados.

          Todos estes comportamentos eram alvos das criticas à Igreja. Denunciando estas práticas, Martinho Lutero afixa 95 denúncias nas portas das Igrejas na Alemanha, em um documento conhecido como “As 95 teses”. Lá, denunciava estas e outras condutas, mas também defendia:

• O fim do celibato;
• A salvação pela fé;
• A validade do batismo e da eucaristia;
• Missa rezada em língua comum;
• A invalidade dos cultos à imagem e aos santos;
• A bíblia como fonte de conhecimento;

A igreja Luterana

          Com esta atitude, Martinho Lutero foi expulso da Igreja (excomungado). Desta maneira, ela funda uma nova religião cristã: a Igreja Luterana que, apoiada por príncipes alemães, logo se expandiu naquela região.
A Igreja Calvinista

          João Calvino era um monge francês descontente com os rumos que a igreja tomava. O esbanjo, a luxúria, o descolamento dos padres das questões espirituais eram alvos de suas críticas. Calvino, assim, após uma série de tentativas reformadoras e uma gama de textos produzidos sobre o assunto funda uma nova Igreja, a Igreja Calvinista, que defende a idéia de uma vida simples, frugal, econômica e regrada. Para Calvino a salvação viria também pela fé, mas havia a idéia de predestinação, ou seja, a idéia de que Deus escolheria os que se salvariam, dando sinais a estes escolhidos. A riqueza, ou o enriquecimento era um deles. Desta maneira, valorizando o trabalho e incorporando valores típicos ao modo de vida da burguesia, a religião calvinista se desenvolveu nos países onde havia um comércio forte.

A Igreja Anglicana

          Henrique VIII buscava um herdeiro homem que Catarina de Aragão, sua esposa, não conseguia lhe dar. Sob o temor de depois da sua morte, o trono inglês não ter nenhum herdeiro homem, o rei pede o divórcio. Contudo, o divórcio naquela época era proibido e esta foi a posição da Igreja. Henrique VIII, irredutível, resolve se separar, sendo excomungado da Igreja. O rei assina, portanto, o ato de supremacia e funda a Igreja Anglicana. Os bens, as terras e as riquezas da Igreja católica na Inglaterra passam para as mãos do Rei.
A Contra - reforma

          Buscando minimizar os prejuízos causados pela reforma protestante, a Igreja Católica organizou uma resposta objetivando reafirmar alguns DOGMAS* e reformar outros aspectos. Dentre as medidas mais importantes destacam-se:

• A afirmação do latim com língua oficial;
• O reforço à hierarquia da Igreja e ao poder espiritual do Papa;
• A salvação pela fé e pelas obras;
• A bíblia como fonte do conhecimento;
• O culto aos santos;
• A reativação do tribunal ao santo oficio (Santa inquisição );
• A elaboração do INDEX: um catálogo de livros proibidos aos católicos. Dentre eles todos aqueles que defendiam o protestantismo;
• A criação da companhia de Jesus (os jesuítas): irmandade criada com o objetivo de expandir a fé católica para além da Europa. Terão ação destacada na catequização dos índios na América e levarão o catolicismo ao extremo do mundo conhecido pelos europeus.

          Desta maneira a Igreja Católica compensava sua perda de fiéis na Europa com a conquista de vastos territórios, principalmente nas áreas da expansão marítima governada por Espanha e Portugal, conhecidos como reinos católicos. Desta maneira, mais do que falar em um enfraquecimento da Igreja Católica através das reformas, o que podemos concluir é que as reformas protestantes significaram uma expressiva expansão do mundo cristão.

domingo, 12 de setembro de 2010

11 de Setembro... A História Escrita a Sangue.


Há nove anos, o mundo se deparou com uma das mais impressionantes imagens já vistas pela humanidade. As cenas do choque dos aviões contra as torres do World Trade Center, em Nova York, jamais serão diluídas das mentes dos que testemunharam esse lamentável episódio. Interesses políticos sempre foram postos acima do bom senso, da moral e da razão e os resultados por várias vezes se mostraram ultrajantes. A guerra sobre pretexto de busca da paz mundial nos serve apenas para mostrar o quão degradante tem se tornado a raça humana. Não respeitamos os direitos alheios, não aceitamos as escolhas de pessoas que tem e exercem o direito à individualidade mesmo sob a pressão exercida pela mídia internacional que cada vez mais tenta moldar a estrutura psicológica da sociedade mundial. Até que ponto o ser humano pode chegar para defender seus interesses nós já sabemos. Basta relembrar a figura de Adolf Hitler e sua eugenia nazista que matou milhões de judeus; relembrar os efeitos do não respeito às fronteiras e às culturas africanas posto em prática pelo Neocolonialismo que resultou na eclosão da Primeira Guerra Mundial, que nos ofereceu como resultado um saldo aproximado de quase 10 milhões de mortos. Exemplos da crueldade humana nos sobram aos montes, e todos eles são pintados com sangue promovendo uma mancha negra em toda a História. Mas exemplos de bondade também são conhecidos por todos nós, mas para que eles não se tornem extintos, precisamos ter clara a idéia de que já é passado o momento de nos conscientizarmos das nossas responsabilidades, das nossas qualidades enquanto seres humanos, e sobrepujar as deficiências morais que afetam e corrompem a grande maioria das pessoas. É preciso que os justos não se calem perante as atrocidades cometidas contra todos os desprovidos de poder e de saber. É necessário que surjam homens capazes de enfrentar e vencer a degradação da espécie humana para que num futuro próximo, não nos igualemos aos seres que julgamos irracionais e que perecem perante nossa “racionalidade”.

Por James Dean

terça-feira, 7 de setembro de 2010

O Reconhecimento da Independência

          O Brasil enfrentou algumas dificuldades quanto ao reconhecimento de sua independência por outros países.
          Na América, várias nações hesitaram em reconhecer a independência, por temerem que a monarquia brasileira representasse, a longo prazo, as tentativas de recolonização. Além disso, a política expansionista do Brasil na região do Rio da Prata causava sérias desconfianças entre os países vizinhos.
          As monarquias européias, ligadas à política conservadora da “Quádrupla Aliança” (França, Áustria, Prússia e Rússia), consideraram a independência do Brasil “ilegítima”, afirmando que só a reconheceriam se Portugal também o fizesse.
          A “Quádrupla Aliança”, que muitos enganadamente chamam de Santa Aliança, foi formada após a derrota de Napoleão, em 1815, com o objetivo de defender o Absolutismo e os interesses de poderosos grupos conservadores europeus.
          O primeiro país a reconhecer o Brasil independente foram os Estados Unidos, em 1824. No ano seguinte, com a intermediação da Inglaterra, Portugal finalmente reconheceu a nossa independência, recebendo, porém do Brasil uma indenização de £ 2 000 000, naquela época uma enorme quantia.
          Você talvez pergunte: “E o Brasil tinha tanto dinheiro assim?” É claro que não, mas a Inglaterra “bondosamente” nos emprestou, a juros. Com este empréstimo começou uma história antiga, porém, ainda bastante atual: a dívida externa brasileira.
          Em 1826, a Inglaterra também reconheceu o Brasil, exigindo para isso a renovação dos Tratados de 1810, que mantiveram as reduzidas taxas alfandegárias de importação e compromisso brasileiro de extinguir o tráfico negreiro. Logo em seguida, as demais nações européias reconheceram nossa independência.

Texto de José Carlos Pires de Moura.





A Guerra De Independência

          Ao contrário do que aconteceu na América Espanhola, no Brasil não houve uma guerra de independência longa e sangrenta, mas apenas lutas em pontos isolados do país, onde algumas tropas portuguesas fizeram o que lhes parecia lógico: não aceitaram a independência proclamada por D. Pedro I.
Resitiram contra a independência as províncias do Pará, Maranhão, Piauí, Bahia e Cisplatina, embora apenas na Bahia tenham ocorrido combates importantes.
          Como se o governo não dispusesse de tropas suficientes para enfrentar tais lutas, foram contratados batalhões de mercenários na Europa e também oficiais mercenários, principalmente ingleses e franceses, para a marinha e o exército.

A utilização de mercenários estrangeiros foi comum no Brasil, entre 1822 e 1850. Os soldados eram principalmente alemães, polacos e suíços, e os oficiais, principalmente na marinha, ingleses, destacando-se entre estes, Cochrane, Grenfell e Taylor. De modo geral, tais mercenários sentiam pelos brasileiros profundo desprezo, tratando-os de maneira bárbara.

          Na Bahia, as tropas portuguesas do general Madeira de Melo resistiram durante 10 meses. Cercados por terra pelas tropas dos generais Lima e Silva e Labatut e por mar pela esquadra de Cochrane, os portugueses retiraram-se em julho de 1823. É curioso - e significativo - verificar que, apesar da presença de importantes elementos mercenários, o maior esforço na luta contra Madeira de Melo advinha dos batalhões de voluntários brasileiros, formados por gente humilde do sertão baiano, que foram dispersos logo que a guerra acabou.
          No Maranhão e no Piauí, os portugueses foram derrotados sem dificuldades. O mesmo ocorreu no Pará, onde, aliás, verificou-se outro acontecimento significativo: quando os navios de Grenfell chegaram a Belém, grupos de patriotas, formados principalmente por populares, revoltaram-se e dominaram a cidade antes que os mercenários desembarquassem.
          A recompensa que receberam por seu patriotismo foi "notável": Grenfell mandou colocar quase 300 pessoas no porão de um pequeno navio, despejou sobre elas algumas sacas de cal e fechou o porão. Praticamente todos morreram sufocados. Enquanto isso, nos elegantes salões do palácio imperial, no Rio de Janeiro, D. Pedro compunha o Hino da Independência: “... Já raiou a liberdade no horizonte do Brasil...”. Finalmente na Cisplatina, o general português Frederico Lecor, que apoiava a independência, derrotou as tropas de Álvaro da Costa, fiéis a Portugal. Estava assim encerrada a guerra de independência.

Texto de José Carlos Pires de Moura.