Meus filhos... Meus amores... Minha vida.

terça-feira, 30 de novembro de 2010

De onde vêm os nomes dos Oceanos?

         O do Oceano Atlântico tem origem mitológica; o do Pacífico, histórica; e os dos três restantes (Índico, Glacial Ártico e Glacial Atártico), geográfica. Atlântico vem de Atlas, filho de Netuno - que era, na mitologia grega Deus dos mares e pai das Atlãntidas, como eram chamadas as plêiades, aglomerado de sete estrelas na constelação de Touro. Já o batismo do Pacífico remonta a 1520, ano em que Fernão de Magalhães percorreu o litoral sul-americano a oeste da Cordilheira dos Andes e ficou impressionado com a tranquilidade de suas águas. O Índico, por sua vez, recebe o nome das costas que banha: Índia e Indonésia. Já o Ártico - situado no Pólo Norte, sob a constelação da Ursa Menor - deve sua identidade à palavra grega arctos, que significa urso. Por simples oposição geográfica, denomina-se Antártico o oceano próximo ao Pólo Sul.

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

A Primeira Guerra Mundial




          Nas páginas do Dossiê "A Primeira Guerra Mundial" postadas abaixo,  você irá acompanhar a descrição em sequência do que foi  este importante acontecimento para a história da humanidade. São textos que relatam fatos, mas que não podem ser de maneira alguma utilizados como parâmetro das crueldades que o ser humano se mostrou capaz de cometer neste episódio.   

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Dossiê 1ª Guerra Mundial Parte I - A Guerra em Marcha

          Durante a primeira metade do século XIX, França e Inglaterra eram os países de maior poder econômico e político na Europa. Já industrializados, eles dominavam extensas áreas coloniais, principalmente na África e na Ásia. Essas áreas eram importantes como fornecedoras de matérias-primas e como consumidoras de produtos industrializados.
          Esse cenário europeu começou a mudar com a unificação da Itália e, sobretudo, da Alemanha, na segunda metade do século XIX. Após a unificação, esses países passaram a disputar maior espaço no cenário internacional.
           A Alemanha, por exemplo, também industrializada, pretendia participar da partilha colonial, mas a maior parte da África já tinha sido ocupada pelos principais países europeus ocidentais. No início do século XX, a intensa disputa por áreas coloniais provocava profundas divergências e rivalidades entre os países europeus, e uma tensão constante no continente.
          Diversos conflitos localizados aumentaram ainda mais a tensão. Um desses conflitos envolvia o Império Austro-Húngaro, que pretendia incorporar ao seu domínio territórios da região dos Balcãs. Devido ao clima de crescente hostilidade, as potências europeias procuraram agrupar-se por meio de acordos econômicos, políticos e militares. Assim, formaram-se dois blocos distintos: a Tríplice Aliança e a Tríplice Entente.
          A Tríplice Aliança englobava a Alemanha, o Império Austro-Húngaro e a Itália. Foi criada em 1882 por articulação de Otto Von Bismarck, líder da unificação alemã. A Tríplice Entente foi formada em 1907 e era composta por Rússia, Reino Unido e França, principais rivais da Alemanha nas disputas por áreas coloniais. A formação de dois blocos aumentou ainda mais o clima de tensão na Europa.
          A rivalidade era visível na desenfreada corrida armamentista entre os integrantes dos dois blocos. Esse período passou a ser chamado de Paz Armada, uma vez que a paz só se mantinha graças ao sistema de alianças e ao poderio bélico de cada lado. Entretanto, esse difícil equilíbrio se romperia em 1914.






Dossiê 1ª Guerra Mundial Parte II - O Estopim da Guerra

          Em 28 de Junho de 1914, o herdeiro do trono Austro-Húngaro, o arquiduque Francisco Ferdinando, foi assassinado em Sarajevo, capital da Bósnia-Herzegovina, uma das províncias anexadas pela Áustria e pretendidas pela Sérvia.
          Isso aconteceu quando o Arquiduque, em visita oficial, desfilava coma mulher em carro aberto pelas ruas da cidade. O assassino foi um estudante bósnio favorável à unidade dos povos de origem eslava contrário ao domínio austro-húngaro. Esse episódio foi o estopim da Guerra.
          Em represália ao assassinato, em 28 de Julho de 1914 tropas austro-húngaras invadiram a Sérvia. Por causa dos acordos militares e das rivalidades, a maioria dos países europeus se mobilizou para reagir à ação do exército austro-húngaro. Sucederam-se então diversos eventos, que levariam à guerra total.
  • 29 de Julho - a Rússia, aliada da Sérvia, mobilizou seus exércitos para a guerra;
  • 1 de Agosto - a Alemanha declarou guerra à Rússia;
  • 3 de Agosto - a Alemanha declarou guerra à França;
  • 4 de Agosto - a Alemanha invadiu a Bélgica, país neutro, para atacar a França. A Inglaterra declarou guerra à Alemanha;
  • 5 de Agosto - o Império Austro0Húngaro declarou guerra à Rússia.
          O conflito, que então começava, rapidamente se estendeu e, pela primeira vez na história, tomo proporções mundiais. Grande parte dos países europeus, suas colônias e os países sob a influência, além de países interessados em ampliar sua participação no cenário internacional, como os Estados Unidos, se envolveram no conflito. O Japão e a Romênia aliaram-se aos países da Entente. A Turquia e a Bulgária entraram na luta ao lado dos Impérios Centrais.
          Outro aspecto da guerra que se iniciava era a organização da produção bélica em nível industrial e tecnológico. Uma economia de guerra.    

Dossiê 1ª Guerra Mundial Parte III - A Guerra Entre 1914 e 1918

          A Primeira Guerra Mundial pode ser dividida em três momentos.
          O primeiro, em 1914, caracterizou-se pela movimentação de exércitos e pela ocorrência de grandes batalhas. Vitórias e derrotas de ambos os lados garantiram o equilíbrio de forças.
          O segundo momento, entre 1915 e 1916, é é marcado pelo equilíbrio de forças que resultou num conflito longo e sangrento, conhecido como Guerra das Trincheiras. O território era disputado palmo a palmo. Em 23 de maio de 1915, a Itália, que até então tinha se mantido neutra, apesar de ter formado a Tríplice Aliança, rompeu relações com a Alemanha e entrou na guerra ao lado de França e de Inglaterra, fortalecendo a Entente.
          O momento final da guerra, entre 1917 e 1918, foi marcado por dois acontecimentos decisivos:
  • Na Rússia, uma revolução liberal burguesa derrubou o czar Nicolau II. O novo governo da Rússia negociou com a Alemanha e assinou um tratado pondo fim às hostilidades entre os dois países;
  • A entrada dos Estados Unidos na guerra ao lado da Entente.
          A saída da Rússia e, sobretudo, a entrada dos Estados Unidos na guerra mudariam substancialmente os rumos do conflito. Fortalecidos, os países da Entente conseguiram romper o imobilismo da guerra. No final de 1918 o Império Austro-Húngaro e a Alemanha estavam derrotados. No dia 11 de Novembro, representantes da Alemanha assinavam o cessar-fogo dentro de um vagão de trem de Compiègne, França. Pelo acordo, os alemães aceitavam as condições de rendição estabelecidas pelos países vitoriosos.

Dossiê 1ª Guerra Mundial Parte IV - O Mundo e a Situação do Brasil no Pós-Guerra

          Calcula-se em 9 milhões o número de  mortos e em 30 milhões, o de feridos ao final da Primeira Guerra Mundial. As nações envolvidas estavam devastadas. Ao término da luta, o nacionalismo agressivo e o imperialismo, que provocaram a guerra, continuavam latentes. Para piorar a situação, uma grave crise econômica ameaçava a estabilidade de diversos países.
          Nenhum soldado brasileiro morreu na Primeira Guerra Mundial. Embora tenha declarado guerra às potências da Tríplice Aliança, acompanhando a entrada dos Estados Unidos no conflito em 1917, o Brasil não enviou tropas à Europa. A participação brasileira limitou-se a missões de patrulhamento do Oceano Atlântico e à organização de equipes de auxílio médico. Mas a economia brasileira foi afetada diretamente pela guerra.
          Entre 1914 e 1918, a economia européia voltou-se toda para a fabricação de armas, munições e veículos de combate, alimentos, vestuário e equipamentos para os soldados. Por isso, os países produtores de matérias-primas e alimentos puderam ampliar suas vendas. O Uruguai e a Argentina, por exemplo, grandes produtores de carne e trigo, aumentaram suas exportações para Europa, que carecia de alimentos e matéria-prima. O Brasil, exportador de café, açúcar, borracha e cacau, também lucrou com o conflito.
          Durante a guerra, não havia praticamente o que importar, já que a produção européia estava quase paralisada. Muitos agricultores e comerciantes, enriquecidos com as exportações, passaram a aplicar seu dinheiro na indústria, buscando substituir produtos importados por produtos nacionais.

Dossiê 1ª Guerra Mundial Parte V - O Tratado de Versalhes

          Após a rendição, o governo da Alemanha foi obrigado a aceitar uma série de penalidades impostas pelas nações vitoriosas. Essas penalidades estavam contidas no Tratado de Versalhes.
          Por este Tratado, a Alemanha foi responsabilizada pela guerra e, em consequência, obrigada a aceitar as seguintes penalidades:
  • Ceder partes de seu território à França (Alsácia e Lorena), à Bélgica, à Polônia e à Dinamarca; suas colônias foram divididas entre Inglaterra, Japão, Austrália, França, Bélgica e Nova Zelândia;
  • Entregar material bélico e de transporte aos países vencedores;
  • Ceder a região do Sarre, rica em minas de carvão, à França por quinze anos;
  • Pagar uma pesada indenização aos vencedores;
  • Ficou proibida de rearmar-se.
          Devido a essas e outras mudanças provocadas pela guerra, o mapa da Europa foi redesenhado. Além das alterações previstas no Tratado de Versalhes, outros acordos redefiniram as fronteiras européias; com isso diversas regiões ganharam autonomia, como a Polônia e a Tchecoslováquia.

A Liga das Nações

          Durante as reuniões para a elaboração do Tratado de Versalhes foi criada a Liga das Nações. Seu principal objetivo era garantir a paz mundial. Com sede em Genebra, Suíça, a organização excluiu a Rússia e a Alemanha de sua formação. Entretanto, ao longo dos anos seguintes, a Liga iria se mostrar pouco eficiente nas tentativas de manter a paz.

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Cenas Reais de Guerra

Estas cenas são extremamente fortes. Aconselho que apenas pessoas que não se impressionam com cenas marcantes as vejam. Se você não é uma dessas pessoas, por favor, não assista ao vídeo.



Fonte desconhecida - recebido via e-mail.

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Pesquisas - 4º Bimestre (E.E. Cons. Ruy Barbosa)

8ªs A e B
Tema a ser pesquisado: Sincretismo Religioso.
Entrega: até 19/11/2010 via e-mail / blog ou através do Prof° José Luis (Coordenador Pedagógico do Ensino Fundamental).

3º C
Tema a ser pesquisado: IDH dos países sul-americanos.
Obs: identifiquem o país com o menor Índice de Desenvolvimento Humano da América do Sul, compare-o com o IDH do Brasil salientando os principais motivos que promovem tal diferença entre os dois países.
Entrega: até 19/11/2010 via e-mail / blog ou através da Profª Marly Neves (Coordenadora Pedagógica do Ensino Médio).

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Humor na Política


Toda brincadeira tem um fundo de verdade...