Meus filhos... Meus amores... Minha vida.

terça-feira, 21 de agosto de 2012

Pesquisas 3º Bimestre

  • A Revolução Francesa - 2ªs Séries do Ensino Médio
  • A Era Vargas - 3ªs Séries do Ensino Médio
A entrega dos trabalhos deve ser realizada até 31/08/2012 impreterivelmente.

    Olga - Filme Completo

    domingo, 17 de junho de 2012

    MATERIAL DE APOIO PARA AVALIAÇÃO DE HISTÓRIA – 3ºs ANOS


    1- Bismarck temia o revanchismo francês, após a derrota da França na Guerra Franco-Prussiana de 1870-71. Para evitar uma guerra com a França, ele costurou uma série de alianças secretas que excluíam esse país e o isolavam da política européia. O avanço alemão possibilitou a aproximação da França com a Rússia e a Inglaterra, que formaram a Tríplice Entente em 1907.
    2- A desintegração lenta do Império Turco Otomano, que dominava a região dos Bálcãs, levou à disputa de seus despojos pela Rússia e pelo Império Austro-Húngaro. Além dessa disputa, os povos da região possuíam profundas diferenças étnicas, culturais e religiosas, o que tornava os Bálcãs um local de conflitos latentes.
    3- Após a unificação política, o Império Alemão aumentou sua indústria e sua marinha. Com isso, a busca por colônias tornou-se cada vez mais agressiva. O crescimento da Alemanha incomodava principalmente a Inglaterra, a França e a Rússia, que se tornaram aliadas, apesar de algumas diferenças para combater o crescente poderio alemão.
    4- Os ideais nacionalistas ampliavam as exigências por maior poder territorial, implicando o aumento do imperialismo e das tensões entre as potências rivais.
    5- O atentado teve apoio de oficiais sérvios que treinavam um grupo terrorista na Bósnia-Herzegovina, o “Mão Negra”. O governo da Sérvia pretendia anexar a Bósnia, e o “Mão Negra” tentou acelerar essa anexação, mas o resultado foi o início da Primeira Guerra Mundial.
    6- Na primeira fase da Guerra, o estado maior do exército alemão pôs em prática o Plano Schlieffen, plano ofensivo e defensivo que movimentava o exército alemão em duas frentes: a frente ocidental e a frente oriental. A primeira fase da guerra ficou conhecida como guerra de movimento, devido à agilidade do ataque alemão. Em setembro de 1914, os alemães estavam a 70 km de Paris, mas foram detidos pelos franceses na batalha do Marne. A partir de então, foram cavadas extensas trincheiras protegidas por arame farpado, e começou a longa e dura fase da guerra de desgaste.
    7- Os soldados cavavam trincheiras de 2 m de profundidade para se protegerem das balas das metralhadoras e de outras armas de repetição. A guerra era desgastante porque os soldados não podiam deixar suas trincheiras por causa dos constantes ataques do inimigo. As trincheiras minavam água, os soldados lutavam enterrados na lama, alimentavam-se mal e não descansavam. O avança era lento e sangrento. Para avançar alguns metros, milhares de soldados de ambos os lados morriam. As precárias condições de higiene favoreciam o surgimento de doenças, como o tifo.
    8- Em 1917, os Estados Unidos entraram na guerra ao lado da Entente, por causa do ataque de submarinos alemães a navios mercantes norte-americanos. Nesse mesmo ano, a Rússia saiu da guerra em razão da Revolução Bolchevique. Assim, as autoridades alemãs deslocaram as tropas da frente oriental, para a frente ocidental, para combater o exército dos Estados Unidos.
    9- O Tratado de Versalhes foi duro com relação à Alemanha. Foram estipuladas pesadas indenizações de guerra, e o Império Alemão perdeu parte de seu território e todas as suas colônias.
    10- O Japão entrou na Primeira Guerra ao lado da Entente visando à conquista das colônias alemãs da África. Como não obteve nenhuma colônia no Tratado de Versalhes, o país continuou a sua política imperialista na Ásia, que foi um dos motivos da Segunda Guerra Mundial.



    MATERIAL DE APOIO PARA AVALIAÇÃO DE HISTÓRIA – 2ºs ANOS

    1- A burguesia aliou-se ao rei para se livrar das obrigações senhoriais e obter parte das terras que antes pertenciam à Igreja Católica e foram confiscadas. Grandes parcelas da população, que aderira à Reforma, apoiaram a ruptura do rei com o papa e a Reforma Anglicana.
    2- Os anglicanos mantinham grande parte das crenças, do culto, das normas, dos costumes e da estrutura da Igreja Católica. Não aceitavam a chefia do papa, mas a Igreja Anglicana estava subordinada ao rei, o que não era aceito pelos puritanos. Estes representavam uma ruptura muito mais radical com o catolicismo. Eles defendiam que a Igreja fosse comandada por assembléias eleitas, e não pelo soberano.
    3- O aumento da centralização política foi garantido pelo anglicanismo e em grande medida pelos recursos aportados ao Estado pela venda de monopólios, como aqueles sobre comércio exterior, sal, sabão, alúmem, arenque e cerveja.
    4- A burguesia sentia-se prejudicada nos campos político, econômico e religioso. Econômico, porque os monopólios tolhiam sua liberdade de comerciar. Político, porque a atitude absolutista dos Stuart aboliu a principal instituição de poder da burguesia, o Parlamento. Religioso, porque a política de imposição do anglicanismo reprimia a burguesia, majoritariamente presbiteriana.
    5- No século XVI, a Espanha assumiu a atitude de defensora do catolicismo na Europa. Procurando reintroduzir o catolicismo banido por Henrique VIII, em 1588 os espanhóis tentaram invadir a Inglaterra, enviando a Grande Armada. Este fato provocou muita ira no povo inglês.
    6- Convocado em 1628 para aprovar novos impostos, o Parlamento inglês declarou que a aprovação dos impostos dependia da aceitação pelo rei de uma Petição de Direitos que garantisse os direitos individuais diante do arbítrio real. Carlos I a princípio assinou a petição, mas em 1629 dissolveu o Parlamento, governando de forma absoluta até 1639, quando a necessidade de mais dinheiro o obrigou a convocar novamente o Parlamento. Contudo, as reivindicações continuaram e Carlos I fechou novamente o Parlamento, três semanas depois de tê-lo aberto.
    7- Para combater os escoceses, Carlos I devia armar um novo e poderoso exército e para tanto necessitava de dinheiro, que tencionava arrecadar aumentando os impostos. Para isso, teve de convocar o Parlamento, permitindo que os burgueses se unissem e impusessem suas reivindicações antiabsolutistas.
    8- As reivindicações visavam limitar o poder do soberano: o rei não poderia mais dissolver o Parlamento, que se reuniria de três em três anos; a Igreja Anglicana seria reformada e a perseguição aos puritanos se encerraria.
    9- Promoções concedidas por mérito militar e discussões livres sobre todas as questões polêmicas. Os soldados, portanto, sabiam por que lutavam.
    10- A facção Presbiteriana, dos burgueses e grandes proprietários, tinha como objetivo reestruturar a monarquia e manter tudo como estava diferentemente da perspectiva da facção independente, dos pequenos proprietários, artesões, pequenos comerciantes, e mesmo parcelas da pequena nobreza, que procurava avançar nas reformas.

    domingo, 27 de maio de 2012

    Atividades Avaliativas: 2ªs e 3ªs Séries do Ensino Médio - EE Guilherme de Almeida

    Atividade para os 2ºs

    * Capítulo 11 do Livro Didático - As Luzes na Europa
    * Responder as questões da página 156, de 1 a 8. 
    * Entregar até o dia 01/06/12.

    Atividade para os 3ºs

    * Capítulo 03 do Livro Didático - A 1ª Guerra Mundial
    * Responder as questões da página 52, de 1 a 10.
    * Entregar até o dia 01/06/12.







          

    domingo, 15 de abril de 2012

    domingo, 1 de abril de 2012

    Atividades Avaliativas - Guilherme de Almeida - 2ºs A, B, C, D, E e F

    Caríssimos... Respondam as duas questões e me entreguem em sala de aula ou através deste. Tenham uma excelente semana. Profº James Dean.

    (UNEMAT/MT) Leia atentamente o texto abaixo.
    " O homem que segue o curso da natureza é aquele que se orienta pela razão nos seus apetites e desprezos. Ora, a razão inspira, em primeiro lugar, ao homem, o amor e a veneração pela majestade divina, a cuja bondade devemos o ser e a possibilidade de atingir a felicidade. E, em segundo lugar, ensina-nos e incita-nos  a viver alegremente e sem tristezas, levando-nos a auxiliar e a desenvolver nos outros o respeito pela natureza, que nos leva  a obter tal felicidade".
    (MORE, Thomas. A Utopia. São Paulo: Martin Claret, 2005.pp. 76).
    A obra A Utopia de Thomas More, publicada no ano de 1516, é considerada uma das referências do pensamento renascentista. O trecho acima refere-se a uma das características deste movimento artístico e cultural.
    Assinale a alternativa correta.
    a) o Renascimento valorizava a cultura gótica, por considerá-la genuinamente europeia.
    b) a literatura renascentista se caracterizava pela busca e valorização da fé, pois se acreditava que nela estava a salvação da humanidade.
    c) o pensamento renascentista surgiu na Europa a partir da divulgação das obras do filósofo São Tomás de Aquino.
    d) os pensadores e escritores do Renascimento eram conhecidos como idealistas em contraposição ao racionalismo, que predominava no período medieval.
    e) o Renascimento colocava o homem como o centro do universo, valorizando a razão e a natureza, o que acarretou uma mudança de valores em relação à vida.

    (PUC - RIO) Sobre o conjunto de ideias que marcou o Renascimento é correto afirmar que:
    a) a Renascença contribuía para o reforço de valores humanistas em toda a Europa. A valorização do Homem como "medida para todas as coisas" se tornou uma ideia importante para os pensadores renascentistas.
    b) as ideias dos pensadores renascentistas tornaram-se populares , influenciando movimentos revolucionários. Esses ideais seriam retomados no século XIX pelos socialistas.
    c) os pensadores do Renascimento recuperaram ideias da Antiguidade Clássica, estando de acordo com as orientações religiosas da Igreja Romana.
    d) a Igreja Católica, como principal compradora de obras de arte, se tornou uma defensora das ideias renascentistas.
    e) como movimento intelectual, o Renascimento provocou uma ruptura na Igreja dividida a partir de então em Igreja Ortodoxa  e Igreja Romana.  

    domingo, 12 de fevereiro de 2012

    terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

    Boas Vindas

              Aos meus novos alunos do Guilherme de Almeida, que tenho tido o prazer de a cada dia conhecer um pouco mais, gostaria de dar as boas vindas e dizer que têm sido uma grande honra conviver com vocês nestes primeiros dias de ano letivo. Espero que a empatia hoje existente perdure por infindáveis dias. Faremos deste canal uma extensão da sala de aula, pois o conhecimento felizmente não é restrito aos muros da escola e, compartilhar o que temos, é nobre. Abraços!

    segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

    BBB sob a ótica de Luis Fernado Veríssimo

              Que me perdoem os ávidos telespectadores do Big Brother Brasil (BBB), produzido e organizado pela nossa distinta Rede Globo, mas conseguimos chegar ao fundo do poço. A nova edição do BBB é uma síntese do que há de pior na TV brasileira. Chega a ser difícil encontrar as palavras adequadas para qualificar tamanho atentado à nossa modesta inteligência.
              Dizem que Roma, um dos maiores impérios que o mundo conheceu, teve seu fim marcado pela depravação dos valores morais do seu povo, principalmente pela banalização do sexo. O BBB é a pura e suprema banalização do sexo.
    Impossível assistir, ver este programa ao lado dos filhos. Gays, lésbicas, heteros... Todos na mesma casa, a casa dos “heróis”, como são chamados por Pedro Bial. Não tenho nada contra gays, acho que cada um faz da vida o que quer, mas sou contra safadeza ao vivo na TV, seja entre homossexuais ou heterossexuais. O BBB é a realidade em busca do IBOPE.
             Veja como Pedro Bial tratou os participantes do BBB. Ele prometeu um “zoológico humano divertido”. Não sei se será divertido, mas parece bem variado na sua mistura de clichês e figuras típicas.
              Pergunto-me, por exemplo, como um jornalista, documentarista e escritor como Pedro Bial que, faça-se justiça, cobriu a Queda do Muro de Berlim, se submete a ser apresentador de um programa desse nível. Em um e-mail que recebi há pouco tempo, Bial escreve maravilhosamente bem sobre a perda do humorista Bussunda referindo-se à pena de se morrer tão cedo. Eu gostaria de perguntar se ele não pensa que esse programa é a morte da cultura, de valores e princípios, da moral, da ética e da dignidade.
              Outro dia, durante o intervalo de uma programação da Globo, um outro repórter acéfalo do BBB disse que, para ganhar o prêmio de um milhão e meio de reais, um Big Brother tem um caminho árduo pela frente, chamando-os de heróis. Caminho árduo? Heróis? São esses nossos exemplos de heróis? Caminho árduo para mim é aquele percorrido por milhões de brasileiros, profissionais da saúde, professores da rede pública (aliás, todos os professores), carteiros, lixeiros e tantos outros trabalhadores incansáveis que, diariamente, passam horas exercendo suas funções com dedicação, competência e amor e quase sempre são mal remunerados.
              Heróis são milhares de brasileiros que sequer tem um prato de comida por dia e um colchão decente para dormir, e conseguem sobreviver a isso todo dia.
              Heróis são crianças e adultos que lutam contra doenças complicadíssimas porque não tiveram chance de ter uma vida mais saudável e digna. Heróis são inúmeras pessoas, entidades sociais e beneficentes, Ongs, voluntários, igrejas e hospitais que se dedicam ao cuidado de carentes, doentes e necessitados (vamos lembrar nossa eterna heroína Zilda Arns).
              Heróis são aqueles que, apesar de ganharem um salário mínimo, pagam suas contas, restando apenas dezesseis reais para alimentação, como mostrado em outra reportagem apresentada meses atrás pela própria Rede Globo.
              O Big Brother Brasil não é um programa cultural, nem educativo, não acrescenta informações e conhecimentos intelectuais aos telespectadores, nem aos participantes, e não há qualquer outro estímulo como, por exemplo, o incentivo ao esporte, à música, à criatividade ou ao ensino de conceitos como valor, ética, trabalho e moral. São apenas pessoas que se prestam a comer, beber, tomar sol, fofocar, dormir e agir estupidamente para que, ao final do programa, o “escolhido” receba um milhão e meio de reais. E ai vem algum psicólogo de vanguarda e me diz que o BBB ajuda a "entender o comportamento humano". Ah, tenha dó!
              Veja o que está por de tra$$$$$$$$$ $$$$$$$ do BBB: José Neumani da Rádio Jovem Pan, fez um cálculo de que se vinte e nove milhões de pessoas ligarem a cada paredão, com o custo da ligação a trinta centavos, a Rede Globo e a Telefônica arrecadam oito milhões e setecentos mil reais. Eu vou repetir: oito milhões e setecentos mil reais a cada paredão.
              Já imaginaram quanto poderia ser feito com essa quantia se fosse dedicada a programas de inclusão social, moradia, alimentação, ensino e saúde de muitos brasileiros? (Poderia ser feito mais de 520 casas populares; ou comprar mais de 5.000 computadores)
              Essas palavras não são de revolta ou protesto, mas de vergonha e indignação, por ver tamanha aberração ter milhões de telespectadores. Em vez de assistir ao BBB, que tal ler um livro, um poema de Mário Quintana ou de Neruda ou qualquer outra coisa..., ir ao cinema...., estudar... , ouvir boa música..., cuidar das flores e jardins... , telefonar para um amigo... , •visitar os avós... , pescar..., brincar com as crianças... , namorar... ou simplesmente dormir. Assistir ao BBB é ajudar a Globo a ganhar rios de dinheiro e destruir o que ainda resta dos valores sobre os quais foi construído nossa sociedade.